segunda-feira, 9 de abril de 2018

embeleze sua alma

Já experimentou dizer o que sente? Revelar o seu amor para as pessoas que você verdadeiramente ama?
Vivemos um período de uma solidão absoluta, uma solidão que tem aprisionado mentes e almas.
Nunca tivemos tantos “amigos”, e nunca fomos tão absurdamente solitários.
Época esta, que as informações brotam a cada milésimo de segundo, mas nem tudo é filtrado, apurado, esclarecido.
Estamos profundamente à deriva nesse planeta.
Nos falta aprofundamento, nos falta busca interior, nos falta fé.
Não essa fé das muitas postagens nas redes sociais, com fotos sexualiazadas e trechos bíblicos, mas a fé, que nasce da nossa alma e faz com que tudo se renove, todos os dias.
Experiencie o poder de ser você mesmo e revele-se ao outro, conte sobre o que sente, seja livre sendo quem é.
Desabroche para o amor, esse que insistimos em esconder, porque tudo o que é pregado hoje é para que sejamos “os fodões" nos bastando.
Sim, é possível ser feliz consigo mesmo, mas não o bastante para nos escondermos do amor.
Aprendi que vale dar oportunidades, sem se autossabotar.
Precisamos vencer os dramas, fazer um reconexão com tudo aquilo que somos e sorrir para o universo.
Ele desvendará o oculto e nos trará coisas bonitas a serem vividas.
Arrisque-se, seja dono de sua história, não permitindo nunca mais que outras pessoas danifiquem essa bênção, que é ser você mesmo.
Não perca mais as oportunidades de sorrir, elas são simples  muitas vezes, mas que nos fazem sentir o coração em paz.
Saia, perfume-se, arrume-se, desarrume-se, permita-se viver.
Beije, abrace, crie, mantenha o mundo limpo do mal, seja o bem que falta todos os dias.
Mantenha a sua fé, converse com os bichos, leia livros, assista bons filmes, tome um café quentinho com alguém especial.
Sorria para os mal amados e mal humorados.
Viva, com amplitude de gestos.
Cultive esse sentimento tão imenso que é o amor.
A felicidade já existe, e vem de dentro de você, experimente.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Estilhaços


De frente com a tela do computador e com os olhos em lágrimas, eu quero dizer o tanto do amor que eu sinto por você.
Quando eu poderia imaginar que dentro de mim eu pudesse nutrir amor por alguém, depois dos estilhaços todos de uma vida quase inteira de desamores.
Como foi difícil chegar até aqui e abrir meu peito pra você, na verdade eu abri a minha alma, rasgada, picotada em milhões de pedaços, eu quis construir um espaço novo e limpinho pra você entrar, e eu queria tanto que tivesse gostado e ficado confortável e sorrisse.
Eu quis muito que você morasse nesse espaço onde plantei esperanças, coragem, sorrisos, carinhos, consolos, eu plantei amor sabe?!
Agora tudo está secando à minha volta, está tudo tão opaco e sem vida, todas as plantas morrendo.
E você nem sequer quis conhecer quando tudo estava bonito, não quis tirar os sapatos e entrar, nem sentiu a energia da terra entrando pelas solas dos seus pés.
Você por um motivo mais forte não pode entrar, mas como diria Caetano: “Não tem revolta não...”
Não poderia desejar à você menos que amor na sua trajetória, porque você é amor aqui.
Hoje ouvindo Amelie Comptine d'un autre été, meus olhos não aguentaram o peso do meu coração e choraram, eles ainda choram aqui, enquanto marco você em meus escritos.
Talvez eu demonstre que sou mais físico que alma, mas no fundo você sabe que sou tão emotiva quanto uma cantora de ópera em dia de estreia.
Eu extravaso.
Sei que te assustei, eu me enxergando através do seu olhar, também me assustaria e até fugiria se fosse você.
Mas eu só queria ter tido uma chance sutil de acompanhar você nesse espaço que reformei pra você.
Reformulei todas as minhas ideias e velhos conceitos pra te receber.
Não consegui te convencer.
Talvez tenha sido o melhor pra mim e pra você.
Eu entendo.
Vou recolher as plantas secas, as flores mortas, a água turva que eu queria te banhar.
Limpar a poeira, tirar as folhas craqueladas do chão, tornar o espaço vazio.
O espaço do meu coração.💓


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Humano

A vida é um emaranhado de questões a serem respondidas, mas nem sempre existem respostas certas para essas questões.
Será que também não questionamos demasiadamente?
Como um título de um livro de Nietzsche, somos Humano, Demasiado Humano.
Nem sempre é possível ser racional sendo humano, existem questões que exaltam nossas emoções em uma profundidade de mar.
Quando percebemos nos afogamos em nós.
Somos direcionados a caminhos sem volta, e mesmo que exista um esforço sobre-humano, não conseguimos dar um único passo para trás.
A vida é um labirinto, os sentimentos são perguntas sem respostas.
Estamos todos fadados ao desespero de ser quem somos, enlouquecendo dentro de prisões físicas, que são chamadas de corpos.
Podemos sair correndo, quando não existe ponto de partida, muito menos de chegada?
Existe em mim e em mim, rupturas incalculáveis, mas todas explicáveis.
Não tem como fugir de si mesmo, nem adianta tentar.
Filosoficamente dizendo, nossa humanidade supera qualquer expectativa de fuga.
Vamos viver?
Porque os questionamentos não vão parar, a tendência é que nos soterrem, tirem nossa capacidade de respirar.
Caminhemos sem respostas mesmo, um dia de cada vez, só sentindo as ondas desse mar profundo em nós.
Vamos ensandecer, mergulhar sem medo, vamos viver.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Experimente ser feliz

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Já experimentou dizer o que sente? Revelar o seu amor às pessoas que você verdadeiramente ama?
Vivemos um período de uma solidão absoluta, uma solidão que tem aprisionado mentes e almas.
Nunca tivemos tantos “amigos”, e nunca fomos tão absurdamentes solitários.
Época esta, aonde as informações brotam à cada milésimo de segundo, mas nem tudo é filtrado, apurado, esclarecido.
Estamos profundamente à deriva nesse planeta.
Nos falta aprofundamento, nos falta busca interior, nos falta fé.
Não essa fé das muitas postagens nas redes sociais, com fotos sexualiazadas e trechos bíblicos, mas a fé, que nasce da nossa alma e faz com que tudo se renove, todos os dias.
Experiencie o poder de ser você mesmo e revele-se ao outro, conte sobre o que sente, seja livre sendo quem é.
Desabroche para o amor, esse que insistimos em esconder, porque tudo o que é pregado hoje é para que a gente seja fodão se bastando.
Sim, é possível ser feliz consigo mesmo, mas não o bastante para nos escondermos do amor.
Aprendi que vale dar oportunidades, sem se autossabotar.
Precisamos vencer os dramas, fazer um reconexão com tudo aquilo que somos e sorrir para o universo.
Ele desvendará o oculto e nos trará coisas bonitas a serem vividas.
Arrisque-se, seja dono de sua história, não permitindo nunca mais que outras pessoas danifiquem essa bênção, que é ser você mesmo.
Não perca mais as oportunidades de sorrir, são simples muitas vezes, mas que nos fazem sentir o coração em paz.
Saia, perfume-se, arrume-se, desarrume-se, permita-se viver.
Beije, abrace, crie, mantenha o mundo limpo do mal, seja o bem que falta todos os dias.
Mantenha a sua fé, converse com os bichos, leia livros, assista bons filmes, tome um café quentinho com alguém especial.
Sorria para os mal amados e mal humorados.
Viva, com amplitude de gestos.
Cultive esse sentimento tão imenso que é o amor.
A felicidade já existe, e vem de dentro de você, experimente.



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Reflexões de fim de ano

O ano está acabando, sempre faço umas reflexões mirabolantes sobre o que vivi no ano que se foi.
Sei que o ano novo, não elimina todos os problemas, como num passe de mágica, mas acredito nessa energia que nos ronda, nos direcionando à tomadas de decisões, mudanças, otimismo diante da vida, talvez porque a magia do Natal nos abra o coração para enxergar o mundo de uma forma mais fraterna.
Então, estou nesse momento, por vezes introspectiva, reflexiva, pensando quais atitudes posso tomar para fazer do meu próximo ano, um ano melhor, um ano mais aberto ao bom e ao bem.
Um dia eu estava filosofando com meus botões e pensei na catástrofe amorosa que meu 2017 foi, mas de repente eu ri, eu comecei a dar gargalhadas, pensando no quão sábia estou me tornando, e como consigo enxergar através dos olhos do outro agora, como respiro antes de qualquer coisa, e hoje eu consigo pensar racionalmente antes de me entregar por empolgação.
Em partes, é meio chato, triste até, vamos ficando mais seletivos e criteriosos, mas em contrapartida, não caímos mais facilmente em ciladas, e isso é maravilhoso.
Tudo nos ensina, por pior que aquela situação pareça ser, ela está te ensinando, te orientando a avaliar melhor as pessoas que encontramos na estrada da vida.
Aprendemos a selecionar amigos, escolhemos com quem queremos dividir nossos problemas,  mergulhamos profundamente em nós.
Como cresci durante esse ano.
Foi um ano díficil, um ano de tropeços, um ano de dores físicas, a alma sofreu flagelos constantemente, mas eu me mantive tão firme.
Cheguei até aqui e se Deus quiser, atravessarei mais um ano, batalhando, persistindo nos meus projetos, me aprimorando como ser humano, acariciando a mim mesma, como nunca havia feito antes.
Aprendi a acarinhar meu coração, eu aprendi que devo me priorizar, que sou parte importante do universo.
Nem maior, nem melhor que nenhuma outra pessoa, apenas capaz de fazer meu espaço brilhar nesse mundo.
Brilhar como um bom ser humano, deixando boas pegadas, por onde passar.
Ano de 2017, muito obrigada por ter me feito essa fera em força, por ter me tornado essa mulher feita de fé.
Sou capaz de sorrir, apesar de qualquer lágrima que tente atravessar minha face.
Ano de 2018, estou pronta para driblar os percalços, sei que os desafios vez ou outra virão, mas me sinto forte para continuar de pé.
Hoje sou dona de mim, e ninguém nunca vai me tirar esse posto.
Por um ano de muita saúde, muito trabalho, muita paz, muito amor.
Para todos nós!

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

A insanidade da vida


Nem sempre vivemos a melhor fase, as vezes é preciso ter coragem para admitir que estamos vacilando com nossas próprias vidas.
É preciso olhar nos próprios olhos e rejeitar o que se vê, mas sem perder a garra nas transformações que se quer fazer.
Mas nem sempre nossas atitudes são práticas e cheias de certeza, porque temos nossas covardias diante da vida.
E até para se admitir essas covardias é preciso uma certa dose de coragem.
E quando você não se sente pertencente? Quando o seu lugar não existe nesse mundo?
Sim, porque essa ideia de sentimento de não pertencer a lugar nenhum é muito louca e por vezes dói.
O mundo anda para trás e isso aterroriza quem quer andar pra frente e ver o planeta se transformar em algo melhor.
As boas ideias em falta nas prateleiras da vida, os assuntos prazerosos escassos, o café quentinho, sem celular tocando com as chatas mensagens insistentes.
O mundo está chato, as pessoas estão cansativas, estamos todos involuindo.
Visão pessimista, mas real, franca, perturbadora.
Mentir sobre o que se sente não deveria ser o forte de ninguém.
Então admita, o que te falta?
Tem alguém aí dentro capaz de lhe responder essa questão?
Faça de você sua própria companhia, mas por favor, se pergunte o que quiser e responda somente aquilo que sentir, não minta mais pra si mesmo.
Siga a sua voz interior, o som barulhento do seu coração, ache suas respostas e tenha coragem.
Viver é um ato insano de coragem, e lembre-se só os loucamente insanos tem coragem de realmente viver.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Repressão sexual da mulher

Por que será que somos tão reprimidas em matéria de sexo?
Num novo século, ainda pensamos e muitas vezes nos comportamos como se ainda vivêssemos no século 18. Por que será?
A resposta vem de um machismo totalitário, que invade cérebros masculinos e femininos.
Fomos educadas e doutrinadas, para não transarmos por prazer, fazer sexo com um homem que conhecemos hoje é a mais pura falta de respeito próprio.
Quem estamos querendo mesmo enganar?
E por favor, não me venham com essa história de pecado, porque desconfio seriamente que fomos todos abduzidos por uma geração imoral, que pintava o sete as escondidas, mas que fingia para a sociedade que eram santinhos de altar.
E lá vem a hipocrisia de novo, nos dilacerar como seres dotados de pensamentos próprios.
Somos donas de nossas vaginas, portanto, quando e com quem queremos “compartilhá-la”  (sim, porque ela é exclusivamente nossa), é uma escolha que deve ser tomada por nós e não por uma sociedade machista e cheia de regras ridículas.
O que quero dizer? Se você, por algum motivo seu, não quiser transar com alguém, que sua decisão seja respeitada, porque essa é uma escolha sua, mas se sentir vontade de relacionar-se sexualmente com alguém porque seu corpo e sua alma clamam por isso, dê, goze e seja feliz.
Jamais levanto a bandeira do sexo promíscuo, também tenho meus princípios e pensamentos um tanto arcaicos as vezes, mas não julgo uma mulher que sentiu vontade de fazer sexo com alguém, em um tempo considerado “rápido demais” para essa sociedade machista.
Porque o tempo é algo subjetivo para cada um de nós, afinal somos seres individuais (ou deveríamos ser).
Cada um, pensando com sua própria cabecinha, seria o ideal.
Até hoje, vejo programas na TV, novelas, textos e outros meios de emburrecimento coletivo, tentando embutir na cabeça da mulherada, que elas não podem ser donas e senhoras de seu próprio corpo, e que os homens, tem liberdade total para transarem com quem quiserem e claro, traírem, simplesmente por serem donos de um pênis.
Não mesmo! Está tudo errado.
Mulher, o corpo é seu, a vida é sua, use preservativo e compartilhe sua vagina e tudo mais que quiser compartilhar para quem quiser e quando quiser.
Afinal de contas, sexo é vida e somos seres transantes sim.
Se um cara não te respeitar porque transaram logo, ele é mais um babaca machista que não vale a pena perder tempo, nem para transarem de novo.
Respeite-se como ser humano, respeite seus desejos, seus instintos, goze e seja plena e feliz, afinal, a única pessoa que te acompanhará até seu último suspiro será você mesma, e ninguém merece uma companhia chata e recalcada.
Respeite suas vontades e dê o dedo do meio para os hipócritas de plantão.

Vai ser feliz, vai.